Prefácio |
A política nacional de Recursos Hídricos incorpora princípios, normas e padrões de gestão de água universalmente aceitos e praticados em muitos países. Entre estes princípios, destaca-se o reconhecimento da água como recursos vulnerável, finito e já escasso em quantidade e qualidade.
A política nacional de Recursos Hídricos incorpora princípios, normas e padrões de gestão de água universalmente aceitos e praticados em muitos países. Entre estes princípios, destaca-se o reconhecimento da água como recurso vulnerável, finito e já escasso em quantidade e qualidade.
Como
recurso finito, atualmente a disponibilidade de água diminui
gradativamente devido à degradação do meio
ambiente, crescimento populacional, desenvolvimento industrial, etc.
Assim, tecnologias que visem à captação e ao
armazenamento da água da chuva - única fonte renovável
dos recursos hídricos - são imprescindíveis,
tanto no meio rural como no urbano, onde a cada dia os problemas de
falta de água vem se tornando cada vez mais cruciais.
Embora
sendo a água um recurso renovável, tem-se observado a
ocorrência de processos de contaminação
crescentes, comprometendo gravemente a qualidade da água
passível de uso pelo homem.
No Nordeste brasileiro, devido à grande diversisdade de situações agroecológicos e socio-econômicos, tendo em vista que 60% de sua área é caracterizada como semi-árido, um dos problemas básicos está relacionado à escassez de recursos hídricos, afetada, principalmente, pela irregulidade das chuvas.
Visando contribuir para a resolução destes problemas, a Embrapa Semi-árido, desde sua criação, vem despendendo esforços no sentido de adaptar e/ou desenvolver tecnologias para aumentar a disponibilidade de água no meio rural, como um dos indicadores da sua sustentabilidade do Semi-Árido.
Luiza
Teixeira de Lima Brito, Engª Agrícola
Pesquisadora
da Embrapa Semi-Árido