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Comunidades do Salitre mantém viva tradição do samba de véio

Comunidades do Salitre mantém viva tradição do samba de véio

O Reis de Boi com figuras e samba-de-véio sempre fez parte da lista diversificada de manifestações culturais do Vale do Salitre, mas durante alguns anos foi ficando de lado. Com o intuito de não deixar a tradição se perder, desde 2010, um grupo de jovens que hoje se intitula "Filhos do Salitre" vem incentivando o revivamento desta tradição secular.

Sempre no mês de janeiro uma comunidade é escolhida para sediar o evento e esta recebe pessoas de todo o Salitre e até da sede do município, sempre com muita disposição para a brincadeira que acontece no terreiro de uma casa ou da sede da associação. As comunidades de Alfavaca, Gangorra e Baraúna já sediaram o samba organizado pelo grupo que sempre conta com o apoio de moradores e associações destes povoados.

Este ano, a folia foi realizada no dia 17 de janeiro na comunidade de Baraúna e isso estimulou moradores/as da comunidade de Alfavaquinha a realizarem outro no último sábado (31). Para uma das organizadoras desta iniciativa, a comunitária Mineia Clara, o objetivo do grupo vem sendo alcançado, animar as comunidades a retomar a tradição da forma como acontecia antes, em que a partir do dia 06 de janeiro (dia de Reis) havia samba em diversos locais do Salitre.

O Reis de Boi e o samba de roda, chamado no Salitre de samba-de-véio, é uma herança dos povos negros passada de geração a geração. O que anima as/os participantes das mais diferentes idades são as cantigas e as batidas de tamboretes, acompanhadas de palmas e outros instrumentos como pandeiro e às vezes até guitarra. Agostinho Braga, conhecido como Cafezinho, é um dos batedores de tamborete sempre chamado para o evento. Ele diz que faz isso por prazer e tem gosto em ver os mais jovens aprendendo.

"A ideia do grupo foi fazer com que nossa cultura não morresse para que nossas crianças, nossos jovens vivenciassem tudo aquilo que a gente pode ver, conhecer. É uma forma da gente se manter vivo, nossas raízes precisam ser valorizadas e respeitadas," explica Mineia.

Texto e Foto: Érica Daiane Costa

 


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