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Ações do projeto Assessoria técnica e extensão rural desenvolvida pelo Irpaa recebem avaliação positiva do Governo do Estado

Ações do projeto Assessoria técnica e extensão rural desenvolvida pelo Irpaa recebem avaliação positiva do Governo do Estado

Em consonância com as ações previstas no projeto de Assessoria Técnica e Extensão Rural Sustentabilidade (Ater), o Irpaa está desde o dia 18 de setembro até o dia 29 do mesmo mês, recebendo fiscalização e monitoramentos do Estado, financiador destas ações. Casa Nova, Sento Sé, Sobradinho, Juazeiro e Curaçá são os cinco municípios baianos do Território Sertão do São Francisco contemplados com este projeto, envolvendo diretamente 2.800 famílias.

Além de fiscalizar se a instituição está cumprindo as metas estabelecidas no contrato firmado entre o Estado e o Irpaa, um dos objetivos da visita de Helder dos Anjos, engenheiro Agrônomo e fiscal da Bahiater, órgão vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) que financia o projeto, é buscar um diálogo de acompanhamento que visa ainda mais alinhar as ações desenvolvidas pela entidade. Helder, que é fiscal do projeto Ater Sustentabilidade e do Bahia Produtiva executados pelo Irpaa, explica que é necessário fiscalizar, mas que as visitas também são importante para firmar ainda mais a parceria com a entidade, que na sua avaliação “é uma das instituições que cumpre melhor o cronograma e andam com a execução sempre em dia... a gente visa ser parceiro, o Irpaa realiza mais do que está contratado”, avalia.

O colaborador do Irpaa, André Luíz Pereira, que é coordenador do Projeto Ater Sustentabilidade, explica que estas fiscalizações já estão programadas por todo o ano e o Irpaa, assim como outras entidades sem fins lucrativos que desenvolvem ações com recursos públicos, entende o quanto é necessário este acompanhamento do Estado. “Mais do que fiscalizar, o fiscal tem também como uma das suas funções orientar a entidade e levar experiências exitosas que o Irpaa desenvolve com seus beneficiários para o Estado”, acrescenta André.

A visita do técnico compreendeu realização de reuniões com as equipes do projeto (técnica, de coordenação, pedagógica, administrativa e sistema) para esclarecimentos de dúvidas, compreensão da dimensão da ação de Ater no Território, vistorias de documentos, ajustes, avaliação do trabalho desenvolvido neste segundo ano de execução do projeto, além de troca de informações. O fiscal também realizou visitas técnicas, sem agendamento, às propriedades das famílias assessoradas pelo Irpaa, com o intuito de verificar a veracidade das informações contidas nos relatórios enviados ao Estado, além de conhecer um pouco mais o que já se pode ver de resultados destas ações. “É uma satisfação enorme quando a gente chega na ponta e vê que está tendo um ganho e que as famílias estão convivendo com o Semiárido”, pontuou Helder.

Desafios

Uma questão que foi contextualizada junto ao representante do Estado, foi em relação ao período de seis anos de estiagem prolongada que as famílias desta região vem passando e como isso tem interferido no desenvolvimento dos planos produtivos elaborados pelas famílias, principalmente, os que mais demandam disponibilidade hídrica. “Apesar dos projetos prontos, do povo se reunir e fazer tudo que está dentro do seu limite, nós estamos tendo um pouco de dificuldade de consolidar alguns projetos por conta da estrutura hídrica”, informa André.

Por outro lado, ele ressalta que a atuação histórica do Irpaa/Asa nestas comunidades, com intervenções sociais no tocante a Convivência com o Semiárido foi determinante para a realidade que se tem hoje: “se a gente não tivesse estruturado estas comunidades e famílias com água de produção, estas famílias não estariam mais nos seus locais [diante desta estiagem prolongada]. E hoje, sem o Ater, sem o acompanhamento seria muito mais difícil a permanência desta família com mais qualidade de vida no Semiárido”, conclui André.

“É um território que precisa desse serviço [Ater] e a gente tem que buscar parceria, não só com a Bahiater, mas com a CAR também. Essas ações de Ater contínua é que vai ajudando”, argumenta Helder. Para ele, “o Ater leva informação, conhecimento que fica para a vida toda e a pessoa conseguir fazer uma plantação de palma, usar a água de forma sustentável, produzir forragem, silagem para segurar no período da estiagem é importante”, conclui. Ele diz ainda que a expectativa do Governo do Estado é ampliar mais o atendimento do público rural no território com a Ater.

O projeto de Ater Sustentabilidade é desenvolvido pelo Irpaa nestes cinco municípios citados desde 2016 e com previsão de concluir as atividades em 2018.

Texto: Comunicação Irpaa / Fotos: André Luiz e Comunicação Irpaa.


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