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A Convivência com o Semiárido conquistando novos espaços de debate

A Convivência com o Semiárido conquistando novos espaços de debate

A população do semiárido vem demostrando à vontade e necessidade de conhecer a região ao qual eles estão inseridos, essa realidade foi comprovada a partir do grande número de estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional do Sertão do São Francisco (Cetep) que compareceram no primeiro encontro de formação sobre a Convivência com o Semiárido, oferecida pelo Irpaa.

O encontro contou com a presença de 50 estudantes, ultrapassando a quantidade de vagas oferecidas e com muitos outros jovens demostrando interesse de participar da formação. De acordo com José Valdo Santos, professor do Cetep, a procura dos estudantes obrigou a instituição a fazer uma seleção entre os adolescentes. “No contexto onde há toda uma iniciativa para que as pessoas não percebam, não sintam necessidade da convivência com o semiárido, uma vez que o mercado impõe suas regras, você ver mais de 50 estudantes numa escola que hoje tem uma formação muito voltada para o mercado, se interessar por uma formação na perspectiva da convivência com Semiárido é muito positiva”, afirmou Edileuza Alves da Silva, colaboradora do eixo de educação do Irpaa.

No primeiro encontro os/as estudantes tiveram a oportunidade de conhecer mais a respeito da história do universo, do surgimento da humanidade e de alguns conflitos ocorrido no Vale do São Francisco. Para Adriano Amorim, estudante do curso técnico de agropecuária, a oportunidade de ter conhecimento das lutas da região foi importante e novo, “a gente estuda muito das revoluções acontecidos em outros países e a formação do Irpaa permitiu conhecer as lutas da nossa região, exemplo a chacina que aconteceu no Rio Salitre”, relata o estudante.

Apesar de todo o desejo de aprofundamento na temática de Convivência com o Semiárido, poucos/as estudantes tem algum conhecimento a respeito do tema. Segundo Edileuza Alves essa ausência de conhecimento é resultado de uma negação por parte da escola e que essa negação de aprendizado é intencional. Ela também observa que esse conhecimento vai permitir a permanência do jovem na região ou que futuras mudanças sejam feitas de forma consciente.

Adriano Amorim sente falta de uma discussão mais aprofundada em questão a região Semiárida na grade curricular do Cetep. Ele diz que essa formação vai permitir um maior conhecimento das novas tecnologias e que mesmo sendo simples, essas técnicas podem permitir o crescimento da agricultura familiar na região. O professor José Valdo avalia que a formação vai possibilitar aos educando uma visão mais ampla das riquezas e potencialidades do semiárido.

Edileuza Alves lembra que o acesso ao conhecimento é um direito de todos/as e que assegurar esse direito é obrigação do Poder Público, porém o Irpaa utiliza ações para colaborar na garantia desse direito. “O Irpaa na condição de um movimento, de uma instituição que se preocupa com isso (direito a informação), que se propõe a isso e que tem como bandeira a Convivência com o Semiárido se dispõe a ir dar essa contribuição, essa formação”, afirma Edileuza

O segundo momento da formação acontecerá nesse sábado (28), no Cetep dando continuidade as temáticas de convivência com o Semiárido.
 

Texto e Foto: Comunicação Irpaa.


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